Modelos de avaliação de professores.


Imagem retirada do Google Imagens. Disponível aqui.


Nesse texto que hoje trago a vocês os autores vem mostrar dois modelos de avaliação, são eles:
  1. “Modelo de supervisão clínica... Ela consiste em reunião antes da observação, na visita para observação, análise do desempenho do professor, reunião após a observação e análise após a reunião.”
  2.  O segundo modelo comum, avaliação de desempenho. Significa que resume ou descreve o desempenho do funcionário durante um período de tempo designado e não necessariamente tem a ver com a melhora contínua.

E principalmente os autores levantam uma discussão sobre a importância da avaliação desse profissional que vai estar lidando com o ensino de uma língua estrangeira. Os modelos apresentados no texto são de uso comum por muitos órgãos avaliadores.

É importante notar que o autor vem citar de ambos os modelos os pontos positivos e negativos.
Modelos:
Ponto Positivo
Ponto Negativo
Supervisão Clínica
O método é muito efetivo em detectar deficiências especialmente com professores novos ou em professores com dificuldade.
Por falta de acompanhamento ou supervisão muitos dos professores voltam para as salas de aulas e continuam a fazer as coisas como antes.
Avaliação de Desempenho
São feitos formulários baseados em visitas inesperadas à sala de aulas pelo diretor ou supervisor.
Em escolas públicas, esses formulários se tornam a base para futuras ações quanto aos funcionários, tais como demissão ou bônus por mérito.

Se tiver interesse em conhecer melhor esses métodos e um pouco sobre suas aplicações, leia o texto na integra (link no final do post). 

O autor apresenta uma sugestão de "nova abordagem" descrita no texto da seguinte forma: "Neste modelo... Em vez de se preocupar em controlar os funcionários e manipulá-los através de punição ou recompensa, o administrador de liderança busca colaborar com eles para criar metas de qualidade. Uma parte fundamental dessa colaboração é ensinar os funcionários a se autoavaliarem de modo eficaz."

Deixem sua opinião, qual é o melhor modelo de avaliação, qual daria certo em seu contexto e qual é o mais fácil de ser usado?


Autoria: Martha Havens e Jim Roy

Publicado por: Alex da Silva Souza

Comentários

  1. Então, gente. Eu acredito que o modelo de supervisão clínica não seja o mais correto. No próprio texto deixado por vocês no post diz que " a avaliação é um processo contínuo. A supervisão clínica normalmente envolve visitas anunciadas à sala de aula para observar o desempenho do professor". Acontece bastante isso, os coordenadores avisam que vão para a sala de tal professor no dia tal e acaba que o mesmo muda completamente sua metodologia, inventa novas atividades, mesmo que de ultima hora, tenta fazer uma aula mais dinâmica, o que na realidade não acontece, só fez aquilo para fingir ser bom e diferenciado em sala. Creio eu que deveriam ir sem avisar, ou até mesmo no fim da aula chamar alguns alunos e perguntar se é sempre daquela forma as aulas, assim se a resposta fosse um não, saberia que era tudo uma grande fachada. Bom, esse é meu pensamento sobre, espero ter colaborado.

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    Respostas
    1. Independentemente do professor ser avaliado ou não de estar fingindo, só porque o coordenador está presente, o professor tem que fazer o papel dele.

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    2. Bom, temos que ver as avaliações não com olhos de constrangimento, mas, como instrumento de empoderamento e ascensão profissional. Se faz necessário na nossa formação inicial,haja vista que futuramente seremos formadores de cidadãos.

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  2. Na minha opinião a avaliação de supervisão -clínica é a mais falha das duas porque mesmo identificando alguns erros dos professores deixam eles trabalhar normalmente.

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  3. Denilson
    As duas metodologias poderiam ser usadas juntas, no estagio docente eu por exemplo, tive um contexto da primeira forma de avaliação, mas em alguns momentos fiquei sozinho em sala de aula e meu desempenho mudou de postura sem a pressão de metodologias tão incutidas nas reuniões antes de entrar em sala, as vezes a visita surpresa abre espaço para checar o profissional em sua forma original de trabalhar mas as reuniões que precedem podem ajudar a melhora-lo, por isso reafirmo ambas são uteis se usadas de formas cíclicas.

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  4. Primeiro de tudo, o professor deve se auto avaliar. Acho que com relação aos tipos de avaliação, seria melhor que ambas caminhassem juntas. Pois o professor deve ser avaliado pelo coordenador, e o coordenador deve ajudá-lo dizendo o que professor deve melhorar na sua aula para aprendizagem doa alunos.

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  5. Não funciona fazer visitas surpresas e deixar o professor repetir os mesmos erros em sala de aula.

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  6. Realmente acredito que a melhor coisa seria que tanto quem supervisiona como quem está sendo avaliado precisa sentar e conversar, e discutir uma melhora em ambos, pois o professor precisa de suporte da instituição que muitas vezes não tem, e ele também precisa ser levado a uma análise sobre seu trabalho e conseguir melhorá-lo.

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  7. A avaliação, quando bem feita, otimiza o crescimento profissional e aperfeiçoamento do professor. A meta é ajudar professores a assumir a responsabilidade por seu próprio desempenho. Infelizmente, esse tipo de avaliação raramente acontece.

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  8. LUIZ RODRIGUES JACOB NETO

    A avaliação cria oportunidades de desenvolvimento profissional, tanto na vida pedagógica e na qualidade de serviço das escolas. Assim como a formação docente é contínua, a avaliação também deve ser. Acredito que essa avaliação é necessária para o sucesso profissional.
    Em relação aos modelos de avaliação, como podemos ver, ambos tem pontos positivos e negativos, cabe a instituição pesquisar e analisar qual modelo poderá ser utilizado conforme os resultados dessa avaliação.

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